Um acreditar pelo seu futuro

Feiras do livro 2011

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Braga—30/04—08/05

Porto—26/05—12/06

Évora—27/05—05/06

Madrid—27/05—12/06

R. Janeiro—01/09—10/09

Acordo Ortográfico

O novo Acordo Ortográfico entrou em vigor em Janeiro de 2009. Mas, até 2015, decorre um período de transição, durante o qual ainda se pode utilizar a grafia actual.  Para ver mais em detalhes as diferenças clique aqui

Cuidados a ter com os livros

· Temperatura ideal 22º

· Humidade até 60º

· Pouca luz até 50 watts

· Ter cuidado com traças e roedores

· Não colocar pesos em cima dos livros

característica

caraterística

intersecção

interseção

infeccioso

infecioso

facto

fato

olfacto

olfato

conceção

concepção

súbdito

súdito

amnistia

anistia

amígdala

amídala

súbtil

sútil

académico

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ingénuo

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sênior

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purê

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Texto retirado do site www.prowebpt.com

 

O que muda, afinal com o novo acordo ortográfico?

alfabeto português passará de 23 para 26 letras, com a inclusão em definitivo do (capa ou), do (dábliodâblio ou duplo vê), y (ípsilon ou i grego).

uso de maiúsculas e minúsculas obdece a novas regras:

1. os meses do ano e os pontos cardeais deverão ser escritos em minúsculas (janeiro, fevereiro e norte, sul, etc.).

2. poder-se-á usar maiúsculas ou minúsculas em títulos de livros, no entanto a primeira palavra será sempre maiúscula (Insustentável Leveza do Ser ou Insustentável leveza do ser)

também é permitida dupla grafia em expressões de tratamento (Exmo. Sr. ou exmo. sr.) em sítios públicos e edifícios (Praça da República ou praça da república) e em nomes de disciplinas ou campos do saber (História ou históriaPortuguês ou português)

supressão de consoantes mudas tal como o nome indica, vai levar ao desaparecimento de consoantes, em que o critério para tal é a sua pronúncia.

1. cc - ex.: transacionadolecionarMantém-se em friccionarperfeccionismo, por se articular a consoante.

2.  – açãoereçãoreaçãoMantém-se em fricçãosucção.

3. ct – atoatualtetoprojetoMantém-se em facto, bactéria, octogonal.

4. pc – percecionaranticoncecionalMantém-se em núpcias, opcional.

5.  – adoçãoconceçãoMantém-se em corrupção, opção.

pt EgitobatismoMantém-se em inapto, eucalipto.

Passam a ser suprimidos alguns acentos gráfico em palavras gravescrêemvêem,lêem passam a creemveem e leempárapêrapêlopólo passam a paraperapelo epolo. As palavras acentuadas no ditongo oi ei passam a ser escritas sem acento: estoico,paleozoicoasteroide e boleiaplateiaideia. Existe também a supressão completa do trema(¨): aguentar (e não agüentar), frequente (e não freqüente), linguiça (e nãolingüiça). Supressão do acento circunflexo em abençoovooenjoo.

uso do hífen vai ser suprimido em:

1. palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o sufixo começa em r ou s, dobrando essa consoante: cossenoultrassonsultrarrápido.

2. o prefixo termina em vogal diferente da incial do sufixo: extraescolarautoestrada,intraósseo.

3. formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haverhei dehás de.

hífen emprega-se em:

1. palavras compostas onde a última vogal do prefixo coincide com a inicial do sufixo, excepto o prefixo co- que se algutina ao sufixo iniciado por ocontra-almirantemicro-organismocoobrigação.

palavras que designam espécies da Biologia ou Zoologia: águia-realcouve-flor,cobra-capelo.

Pode existir dupla grafia em algumas palavras?

Sim. Isso está previsto no novo acordo por existirem diferenças na pronúncia de país para país assim temos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Argumentos a favor

- aproximação da oralidade à escrita

- simplicidade de ensino e aprendizagem

- unificação de todos os países de língua oficial portuguesa

- fortalecimento da cooperação educacional dos países da CPLP

- evolução da língua portuguesa

- pequena quantidade de vocábulos alterados (1,6% em Portugal e 0,45% no Brasil)

Argumentos contra

- evolução não natural da língua

- tentar resolver um “não-problema”, uma vez que as variantes escritas da língua são perfeitamente compreensíveis por todos os leitores de todos os países da CPLP

- desrespeito pela etimologia das palavras

- a não correspondência da escrita à oralidade. Por exemplo, existem consoantes cuja função é abrir vogais, mas que o novo acordo considera mudas nomeadamente em tecto, passando a escrever-se teto, dever-se-ia ler como teto (de seio)?

- processo dispendioso (revisão e nova publicação de todas as obras escritas, os materiais didáticos e dicionários tornar-se-ão obsoletos, reaprendizagem por parte de um grande número de pessoas, inclusivé crianças que estão agora a dar os primeiros passos na escrita)

- o facto de não haver acordo, facilita o dinamismo da língua, permitindo cada país divergir e evoluir naturalmente, pelas próprias pressões evolutivas dos diferentes contextos geo-sócio-culturais como no caso do Inglês ou do Castelhano

- afecto com a grafia actual

- falta de consulta de linguistas e estudo do impacto das alterações

 

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